Mostrar mensagens com a etiqueta 10º Encontro Internacional de Aguarelas de Santa Cruz; André Duarte Baptista. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta 10º Encontro Internacional de Aguarelas de Santa Cruz; André Duarte Baptista. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Santa Cruz, dia da Demo Colectiva

6 de ago. 10h45. Esplanada ARDEBAR.
 
A habitual espera dos artistas. O dia era especial, pois o encerramento do encontro incluí uma demonstração colectiva.
 
Os trabalhos estão atrasados. Enquanto o Tomás e o Duarte partilham cromos da bola, eu bebo um café e faço este rabisco.
 
Todos os artistas convidados pintam ao vivo uma obra em conjunto. O desenho foi lançado pelo Pedro (a impressora humana). Rapidamente a folha branca começa a ser invadida pelas manchas de cor, e que cores. Mais do que uma pintura,  foi uma performance, com uma coreografia magnifica. A leveza da mão e o sorriso estampado na cara, fazem-nos crer que aquilo é fácil...  No final a apoteose. Desce o pano, bebem-se as últimas imperiais,  a emoção no rosto de todos, os últimos abraços... para o ano há mais.
 
Obrigado António Bártolo e família (muito importante em toda a organização), por permitirem ao comum dos mortais conviver e aprender com artistas desta craveira. Parabéns a todos os artistas pelos trabalhos desenvolvidos e pela forma impecável com que se relacionaram com o público.
 
Pedro Alves, já te disse tudo o que tinha a dizer. Fico-me pelo habitual e sincero PARABÉNS.
 
 

sábado, 5 de agosto de 2017

10º Encontro Internacional de Aguarelas de Santa Cruz


10º Encontro Internacional de Aguarelas de Santa Cruz
4 de Agosto, Encontro de desenho nocturno
 
20h - Mar-Lindo - Jantar entre aguarelistas e desenhadores. Lá estava o anfitrião, António Bartolo, que ano, após ano, e já lá vão 10, consegue manter o entusiasmo e a força de vontade para se superar. Uma palavra de apreço para a sua família, a Aldina e os seus filhos, sem os quais nada disto seria possível.
 
Depois do jantar, descemos para o café onde (re)encontrámos mais amigos. Lá fora a famosa chuva "molha tolos", muita humidade. Ganhámos coragem e seguimos para a rua. Já desenhei muitas vezes à noite, mas nunca com o objetivo de transmitir a atmosfera.
 
Não tinha aguarelas, só o pincel da pentel e canetas de feltro da Faber-Castell. Não esquecer o meu pequeno luxo - TWSBI ECO Black Fountain Pen, acabadinha de chegar pelas mãos do meu amigo Filipe.
 
Apesar da humidade e algum frio, a rapaziada não desanimou. às 23h3o fez-se a habitual partilha.
 
Quanto ao desenho, foi o melhor que se conseguiu.