Mesmo ali, uma minúscula enseada à entrada do Forte de Peniche.
O que viria a ser Forte, começou com o projecto de construção de um baluarte em 1557, sob a responsabilidade de D. Luís de Ataíde, conde de Atouguia que viria concluir-se como um Forte em meados do século XVII, em pleno período de Restauração, quando a Coroa portuguesa levou a cabo uma profunda remodelação do sistema defensivo da costa.
Cerca de 1642 iniciou-se uma obra de ampliação da fortificação (projecto de autor desconhecido), de planta estrelada irregular, delimitada por uma cortina de muralhas com baluartes poligonais e uma segunda linha defensiva. Esta obra estaria concluída em 1645... A fortaleza desempenhou um papel fundamental na defesa da costa atlântica ao longo do te, destacando-se a sua importância durante as invasões Francesas e as Guerras Liberais. Entre 1934 e 1974 o Forte de Peniche foi transformado em prisão de presos políticos do Estado Novo. No ano de 1984 a Câmara Municipal de Peniche transformou o espaço da fortaleza em Museu Municipal.
fonte: Catarina Oliveira GIF/IPPAR/2005
http://www.patrimoniocultural.gov.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel/pesquisa-do-patrimonio/classificado-ou-em-vias-de-classificacao/geral/view/71147
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sexta-feira, 9 de novembro de 2018
quinta-feira, 17 de maio de 2018
quarta-feira, 11 de abril de 2018
Desenhar moinhos
E não houve chuva que impedisse os Oestesketchers de riscar e aguarelar copiosamente moinhos de vento!
Foi sábado, 7 de Abril, tal como testemunham os vários posts que já rolam aqui no blog. Portanto, não me alongo mais e passo aos riscos...
O primeiro, comodamente sentada ao abrigo das bátegas de água debaixo do capelo do mais velho dos moinhos dos Constantinos, herança da família primorosamente recuperado!
O segundo, um rabisco rápido na saca de farinha, que ficou de recordação para o Sr. Joaquim Constantino, junto com os rabiscos dos outros sketchers.
O terceiro, no moinho da Várzea em Caixeiros. Moinho construído em 1836, preservado pela Junta de freguesia. A paragem de autocarro do outro lado da rua, abrigou-me da chuva e a mais duas sketchers. Mas houve belas abertas!
Por último, a azenha de Sta. Cruz. Um agradecimento especial ao André Duarte Baptista que congemina frequentemente encontros sketcheiros fantásticos!
Foi sábado, 7 de Abril, tal como testemunham os vários posts que já rolam aqui no blog. Portanto, não me alongo mais e passo aos riscos...
O primeiro, comodamente sentada ao abrigo das bátegas de água debaixo do capelo do mais velho dos moinhos dos Constantinos, herança da família primorosamente recuperado!
O segundo, um rabisco rápido na saca de farinha, que ficou de recordação para o Sr. Joaquim Constantino, junto com os rabiscos dos outros sketchers.
O terceiro, no moinho da Várzea em Caixeiros. Moinho construído em 1836, preservado pela Junta de freguesia. A paragem de autocarro do outro lado da rua, abrigou-me da chuva e a mais duas sketchers. Mas houve belas abertas!
Por último, a azenha de Sta. Cruz. Um agradecimento especial ao André Duarte Baptista que congemina frequentemente encontros sketcheiros fantásticos!
quarta-feira, 13 de dezembro de 2017
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
quinta-feira, 16 de novembro de 2017
Bombarral
10 anos dos urban sketchers + 13º encontro Oeste Sketchers
Foi no Bombarral... A recepção foi fantástica por parte do município e o encontro animadíssimo. Obrigada ao André Duarte Baptista, ao Bruno Vieira, ao Pedro Alves e à Ana Ramos (que garantiu as castanhas assadas e trouxe os acepipes abundantes aos vegetarianos do grupo!!!!)
Foi no Bombarral... A recepção foi fantástica por parte do município e o encontro animadíssimo. Obrigada ao André Duarte Baptista, ao Bruno Vieira, ao Pedro Alves e à Ana Ramos (que garantiu as castanhas assadas e trouxe os acepipes abundantes aos vegetarianos do grupo!!!!)
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| Salão Nobre da câmara Municipal do Bombarral |
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| O teatro Eduardo Brazão, um verdadeiro bijou muito bem recuperado! |
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| Rabisco apressado já no fim do encontro. |
terça-feira, 7 de novembro de 2017
sexta-feira, 3 de novembro de 2017
terça-feira, 24 de outubro de 2017
sexta-feira, 6 de outubro de 2017
quarta-feira, 20 de setembro de 2017
Estava cinzento
Diazinho Penicheiro. Húmido, vá lá, sem vento, e cinzento. O fosso das muralhas, do séc.XVI, ali ao lado e a hora de almoço para fazer o rabisco. Ah!, e aquele edifício horroroso a estragar o casario. Não lhe sei a história, mas são bastantes a feiura e o desenquadramento. E o chato destas obras, é que depois de feitas, ninguém as desmancha!
sexta-feira, 1 de setembro de 2017
segunda-feira, 28 de agosto de 2017
terça-feira, 22 de agosto de 2017
quarta-feira, 19 de julho de 2017
E lá fomos à guerra!
Foi um encontro fantástico, onde não tivemos mãos a medir com tanto que havia para desenhar e com a malta tão "fixe"!
Estes dois desenhos foram "arrebanhados" em pleno Vimeiro junto à igreja, entre tiros de canhão e disparos de espingarda que me faziam pular de susto, tal era a violência sonora! Tive que pintá-los em casa porque lá foi de todo impossível.
Após a refrega, fomos almoçar ainda na zona baixa do Vimeiro. Os figurantes da recriação histórica também lá estavam. E a malta do risco não perde oportunidades...
Os desenhos restantes foram todos junto ao CIBV (http://www.batalhadovimeiro1808.pt/).
Aqui, um soldado a descansar.
Outro, muito bem acompanhado.
Mas não foi só guerra, também houve música! Aqui, o João Raimundo que acompanhou os Zaragaita a tocar fantasticamente!
sábado, 1 de julho de 2017
The grey book
Assim que soube destes cadernos (the grey book) há algum tempo, através de um post do Pedro Alves, fiquei em pulgas para experimentar. Pensei logo no potencial de realce dos lápis de cor claros que normalmente morrem no papel branco mas que aqui se tornam protagonistas. Comprei um destes cadernos ontem e rabisquei directamente as floritas lá de casa só para testar. Promete...
quinta-feira, 29 de junho de 2017
Marinas... ufa!
Isto de desenhar marinas tem que se lhe diga. Nunca tinha desenhado tanto barco junto e não fiquei nada satisfeita. Tenho que descobrir como transmitir a ideia de barcos mas sem ser penoso e moroso fazê-lo. É sempre uma aprendizagem. Note-se a Igreja de S. Pedro quase omnipresente na paisagem penicheira, onde quer que se vá, lá está a torre sineira.
quarta-feira, 28 de junho de 2017
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