sexta-feira, 22 de junho de 2018

Feira de S. Pedro

No passado sábado, no final do dia do encontro nacional de aguarelas, fomos até à Feira de S. Pedro, no casal de S. Pedro, onde fomos muito bem recebidos.
"O Casal de São Pedro, em Dois Portos, foi palco de uma recriação histórica da primeira feira de Torres Vedras. A Feira do Casal de São Pedro decorreu ao longo deste sábado, 16 de Junho, e assinalou os 725 anos daquela que é considerada a primeira feira de Torres Vedras e que está na génese da Feira de São Pedro." (https://torresvedrasweb.pt)

1º desenho, enquanto os outros participantes jantavam fui apanhando alguns elementos singulares. A cor foi dada em casa.


No final da tarde/noite ainda houve coragem para desenhar a Taberna do Brandão. Um desenho atribulado, devido à interação com os turistas e os locais.



quarta-feira, 20 de junho de 2018

Ainda o 1º Encontro Nacional de Aguarelas

1º dia do Encontro

Na 6ª feira, durante a hora do almoço, fiz uma "visita de médico" à Quinta da Viscondessa. Para além das fotos, ainda saíram uns registos rápidos.




sábado, 16 de junho de 2018

1º Encontro Nacional de Aguarelas - Dia I

No âmbito da Cidade Europeia do Vinha (Torres Vedras e Alenquer), O Município de Torres Vedras e a AAPOR organizaram o 1º Encontro Nacional de Aguarelas. Juntei-me ao grupo para fazer a reportagem gráfica.
 
1ª Paragem - Quinta de Carmões, onde fomos recebidos pelo anfitrião, o Eng. João Melícias, que nos explicou a história da Quinta, onde a produção de vinho prevalece há 3 gerações.
 
 
 
 
A Casa do nosso anfitrião, uma bela peça de arquitectura.
 
 
 
A Tarde foi dedicada à Adega Cooperativa de Dois Portos
 
 
 
Amanhã há mais
 

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Caderno de Viagem Brasil 2018 - Dia VIII

25.05.2018

Na caminhada matinal habitual, desço pelos terreiro e encontro estas construções de apoio à agricultura. 



Tinha que regressar à Colónia, sobretudo depois de saber que é que vive o Sr. João, o "guardião da Tulha".
E claro, à Tulha
Depois do almoço voltei à tulha, tinha de explorar o interior. Desta vez passei a maior parte do tempo com vídeo e fotos. É um local incrível. Mas ainda houve tempo para este desenho.
Ao final da tarde a regressar a casa, deparo-me com este enquadramento. Não me apeteceu abrir a mochila para tirar as aguarelas. Ficou mesmo assim a preto e branco como eu gosto.
Depois de um dia cansativo (andar e desenhar também cansa), nada melhor que a sombra de um caramanchão, sobretudo quando se encontra implantado num jardim como este, onde a água tem uma forte presença, já que o sistema de canaletas encaminha a água da nascente a té este tanque.


quinta-feira, 14 de junho de 2018

Caderno de Viagem Brasil 2018 - Dia VII

24.05.2018
Ao fazer a caminhada matinal, depois de ter passado pelos dois terreiros superior, uma escadaria em construção chamou a minha atenção - onde vai dar? 
Fui descendo e eis que os meus olhos são atraídos por um terceiro terreiro, este mais modesto. Para além do terreiro, vislumbro uma edificação com paramento de pedra à vista. A ladear a escada, temos uma canaleta que traz a água da nascente que percorre toda a fazenda. Esta água culmina num tanque conforme desenho abaixo. Sai o primeiro desenho da manhã
Desço mais um pouco e a beleza do edifício vai ganhando proporções inesperadas. Sabe tão bem descobrir este património discreto.


O calor que se fazia sentir fez.me procurar espaços arborizados. Mas fiquei com a certeza de que voltaria aqui para conhecer um pouco mais este edifício, e se possível entrar para ver os engenhos.
Subo até à Casa com o objetivo de desenhar o interior, no entanto era dia de visita de estudo. Enquanto desenhava no jardim, alguns alunos aproximam-se e fico a saber que são alunos de arquitetura. Depois de verem o caderno e eu explicar o que ali estava a fazer, faço a pergunta habitual - "quantos desenham em cadernos ?". 2responderam afirmativamente e um deles não era aluno, mas sim professor. Enquanto tiver respostas destas vou continuar nesta luta.
Quando fico sozinho vou ouvindo o Carlos, um dos monitores da Casa, e não resisti, passei para o papel a história da Condessa, mais propriamente o seu segredo para ter chegado aos 103 anos.
A seguir ao almoço decido desenhar um dos enquadramentos mais conhecidos e retratados, já que era nesta escadaria que a família pousava para as fotos de família. 

A seguir ao almoço decido desenhar um dos enquadramentos mais conhecidos e retratados, já que era nesta escadaria que a família pousava para as fotos de família. 
 A meio da tarde, sou convidado pela Denize e pelo Arthur a fazer uma visita guiada à Tulha, onde estava o Sr. João, acompanhado pelo seu filho também ele João, responsáveis pelo funcionamento do engenho. Ver a máquina a funcionar, a separar café, sobre a batuta do maestro João, foi uma das experiências mais marcantes desta viagem - Património material e imaterial em plena simbiose. Tirei muitas fotos, escrevi muito, conversei muito, mas não consegui desenhar.
Ao final da tarde vou à descoberta da famosa Colónia. Ao aproximar-me não resisto a fazer este registo. Amanhã voltamos à Colónia para conhecer melhor este lugar.